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Blog da Disciplina de Introdução a Análise de Tendências - ESPM Rio - 2010/1 Esta é uma ferramenta criada para que possamos nos comunicar e trocar experiências interessantes sobre coolhunting. O blog servirá como forma de conectar a turma e para que possamos expor nossas atividades e pesquisas.

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quarta-feira, 5 de maio de 2010

9_PJFNews_Tendêndcias na Web_Blog EcoDesenvolvimento



Claudia Chow é Geóloga, preocupada com os rumos que os seres humanos tem dado ao seu único Planeta resolveu criar um blog que tem como principal tema a sustentabilidade, e aborda assuntos como o meio ambiente, aquecimento global, responsabilidade social,desenvolvimento sustentável, energias alternativas,consumo responsável e tudo mais que o tema abrangir.

http://scienceblogs.com.br/ecodesenvolvimento/

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Comentário:
O grupo considerou a idéia da geóloga Claudia Chow de fazer um blog alertando as pessoas sobre o rumo que temos dado ao nosso planeta, muito interessante. Como sabemos que a idéia de criar blogs para se expressar é cada vez mais uma tendência na web, concordamos que se enquadra no tema da semana, já que os assuntos abordados por ela em seu blog correspondem ao que buscamos, sustentabilidade.

Fabiana Gonçalves Grusmão.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

6 - PJFNews_Concurso premia melhor casa sustentável


Foto: Carbono Brasil

Através de um consórcio entre seis universidades e o envolvimento de cerca de 100 estudantes, o Brasil levará o projeto Casa Solar Flex para o Solar Decathlon Europe, que reunirá em Madri 21 protótipos energeticamente eficientes.

10/06/2009 - Imagine uma casa que gere mais energia do que consuma; tenha um sistema inteligente para deixar a temperatura interna agradável, faça frio ou calor no ambiente externo; possua espaços flexíveis que facilmente se transformam em quartos, salas ou cozinhas e, claro, seja uma construção arquitetonicamente bela e com materiais que possam ser reaproveitáveis.

Uma casa assim, ou melhor, 21 casas com características similares serão montadas em uma “Vila Solar” em junho de 2010 em Madri para competirem no Solar Decathlon Europe 2010 (http://www.sdeurope.org). O concurso foi criado em uma parceria do governo da Espanha com os Estados Unidos nos moldes do Solar Decathlon, concurso promovido pelo Departamento de Energia dos EUA que consiste em projetar e construir um protótipo de casa auto-suficiente energeticamente, usando apenas o sol como fonte de energia.

O objetivo do concurso, que está em sua primeira edição na Europa, é sensibilizar os estudantes sobre as vantagens e possibilidades do uso de energia renovável e construções sustentáveis.

“Queremos que eles adquiram o sentimento de fazer um trabalho melhor não apenas arquitetonicamente, mas também incluindo valores de sustentabilidade”, explica o gerente da competição, Edwin Rodríguez Ubiñas.

A “Vila Solar” poderá ser visitada pelo público que receberá explicações dos estudantes que construíram cada habitação sobre o seu funcionamento e os pontos inovadores. “É uma espécie de laboratório vivo, porém em vez de apenas uma casa, são 21, com uma grande variedade de soluções para diferentes necessidades, já que temos casas da Finlândia, Brasil e China em um só lugar”, lembra Ubiñas.

- O Brasil

Cada projeto será desenvolvido por um grupo de universitários de 10 países, entre eles o Brasil, que participa pela primeira vez do concurso Solar Decathlon e é o único país da América do Sul com projeto selecionado.

Seis universidades brasileiras – USP, UFRJ, UFRGS, UFSC, UFMG e Unicamp – formaram uma equipe, chamada Consórcio Brasil, que envolve cerca de 100 estudantes de diferentes cursos, como arquitetura e engenharia civil.

Flexibilidade será a palavra chave do projeto brasileiro – a Casa Solar Flex. Além do teto solar, a casa terá portas solares que podem ser deslocadas por todas as fachadas, permitindo o melhor aproveitamento do sol durante todo o ano, e ambientes internos que podem ter diversos usos e estão prontos para serem usados por portadores de deficiências físicas.

Os alunos se preocuparam em usar elementos da cultura brasileira, como a varanda, um espaço externo que pode facilmente se transformar em interno. “A princípio será uma estrutura de madeira nesta área, porém isto ainda pode mudar, pois temos um ano para finalizar o projeto”, explica Diogo Artur Tamanini, estudante do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e integrante da equipe.

Outro diferencial da casa brasileira é que ela está sendo pensada para ser utilizada por classes mais baixas e poder ser construída sobre qualquer terreno e em qualquer clima. “Depois do concurso, vamos adequá-la e fazer um modelo no Brasil para ser visitada pelas pessoas e, assim, desenvolvermos uma consciência de que uma casa pode ser sustentável ao mesmo tempo que proporcione conforto”, afirma Caique Schatzmann, estudante de arquitetura e urbanismo da UFSC que também participa da criação do projeto.

Os concorrentes do projeto brasileiro serão de universidades da Espanha, Inglaterra, Alemanha, França, Finlândia, Israel, EUA, México e China.

- Políticas de incentivo

Com o concurso, os idealizadores também pretendem fomentar o uso de pesquisas e avanços que estão hoje nas universidades, integrar conhecimentos de diversas áreas (ajudando os estudantes de diferentes formações a trabalharem em conjunto), promover o intercâmbio internacional de experiências e incentivar os governos a se engajarem e criarem incentivos políticos.

“Hoje já podemos construir uma casa assim, a tecnologia está madura e os sistemas fotovoltaicos muito avançados. Porém temos uma tendência de inércia que precisamos mudar”, afirma Ubiñas.

O arquiteto espanhol explica que incentivos fiscais e uma regulação rigorosa poderiam estimular esta mudança no modo de construir. Na Espanha, por exemplo, o governo busca promover o uso de energia solar com incentivos como a possibilidade de venda do excedente de energia produzida pelos painéis instalados em residências para a rede elétrica.

Comentário:
Não é de hoje que a expressão sustentabilidade vem ganhando destaque no dia a dia das pessoas e tornando-se quase obrigação para muitas empresas, pressionadas por consumidores e entidades de fiscalização do governo e ONGs. O legal é que nesse progeto a sustentabilidade não é uma "obrigação", ela está presente para melhorar a vida das pessoas, que no caso são as pessoas que vão habitar essas casas. Mais do que uma moda, o conceito de casa sustentável traz realmente benefícios concretos, ao economizar na conta de água e energia elétrica, por exemplo. Na lista de benefícios que essas tecnologias sustentáveis iram trazer da pra ir muito além. Listo algumas possibilidades a serem exploradas: uso de aquecedores solares em vez de a gás; instalação de sensores automáticos nas lâmpadas em corredores ou escadas; reciclagem do lixo; uso da água da chuva para irrigação de jardins e limpeza de áreas comuns; uso de energia solar etc.


Por Fabiana Grusmão

quarta-feira, 7 de abril de 2010

5_PJFNews_Sensor de luz - Sustentabilidade, conforto e tecnologia na ESPM



O sensor de presença tem como princípio de funcionamento os raios infravermelhos. Ele detecta o calor de um corpo ao movimentar-se dentro do seu campo de ação, acionando, automaticamente, um dispositivo ligado a sua saída (uma carga), como por exemplo, uma lâmpada. Quando este corpo sai do campo de ação do sensor, deixando-o desocupado por algum tempo (pré-programado), o sensor desativa automaticamente sua saída, apagando a luz.
Comentário:
Poucos percebem, mas esse sensor é utilizado em todos os andares da ESPM. Com ele não é necessário acender nem apagar as luzes, gerando assim conforto para seus usuários. Essa tecnologia também é sustentável pois evitasse que a luz fique o tempo todo ligada fazendo com que se gaste menos energia.
Por: João Henrique M. W. Moura

terça-feira, 30 de março de 2010

4_PJFnews_Fontes de combustíves alternativas


Flex mesmo é este aí. É só colocar 45 litros de água que ele roda tanto quanto um carro comum com 40 litros de gasolina no tanque. E sem emitir poluentes. Na verdade, trata-se de um carro a hidrogênio – coisa que já existe há décadas. Só que este é o primeiro capaz de tirar esse combustível direto das moléculas de H2O. Ninguém tinha feito isso antes porque separar o H (hidrogênio) do O (oxigênio) é uma tarefa dura. Gasta-se mais energia para romper esse casamento atômico do que se ganha depois queimando o hidrogênio. Então nunca valeu a pena. Mas agora um grupo de engenheiros mecânicos da Universidade de Minnesota (EUA) descobriu um jeito de fazer isso praticamente sem gastar energia. O segredo é pôr a água para reagir com um elemento químico chamado boro dentro do carro. Esse mineral tem o poder de quebrar o H2O, liberando hidrogênio puro a partir da água que você põe no tanque. O boro até que se desgasta rápido. "Mas pode ser reciclado infinitas vezes e voltar para o carro", diz Tareq Abu-Hamed, líder do grupo que desenvolve o projeto. Esse sistema ainda está em testes. Mas já tem gente se preparando para ele. O governo da Turquia, por exemplo. O país é dono de 64% das reservas mundiais de boro e, quando soube dessa tecnologia, avisou que não vai mais privatizar suas minas.

1. A água vai do tanque para um reservatório cheio de boro em pó. Esse elemento tem a capacidade natural de "sugar" o oxigênio da água, deixando a molécula de H2O sem o O.

2. O hidrogênio puro (H2) vai para o motor, onde pode ser queimado como se fosse gasolina ou virar fonte de energia elétrica – depende do tipo de propulsor a hidrogênio que o carro tiver.

3. Dentro do motor, o hidrogênio se combina com o oxigênio do ar – é assim que ele produz energia. E pronto: temos H2O de novo. Então a única coisa que sai do escapamento é vapor d’água.

4. Mas o boro não faz seu trabalho de graça. Conforme vai tragando oxigênio da água, ele se transforma em outra coisa: o inútil óxido de boro. Na produção de hidrogênio, cada 45 litros de água consome 18 quilos do minério.

5. Para manter seu carro a água andando, então, você precisaria trocar o óxido por uma carga de boro zerado de tempos em tempos. O bom é que dá para obter isso a partir do óxido mesmo. É só reciclar a sobra numa usina (veja abaixo).

Reciclando e andando

Um simples processo químico é suficiente para quebrar o óxido (feito de átomos de boro e oxigênio grudados). O oxigênio liberado vai para o ar. E o boro volta para o carro. As usinas precisariam de energia para fazer essa reciclagem – mas não de petróleo. Fontes limpas, como hidrelétricas ou painéis solares, dariam conta do recado.

Fonte: http://super.abril.com.br/superarquivo/2006/conteudo_472608.shtml

COMENTÁRIO:Num mundo onde um combustível não renovável e poluente como o petróleo que comanda a economia e os meios de trasporte e consequentemente nossas vidas , nada mais natural do que buscar uma fonte de energia alternativa. Este é o caso da matéria apresentada onde o petroleo é substituído pelo Boro e a água consegue mover um carro como a mesma eficiência que o petróleo.

GRUPO:Natália, João Herique, Fabiana, Paula(PJF NEWS)
Postado Por: Natália Machado

terça-feira, 23 de março de 2010

3_PJFNews_De bicicleta para carrinho de bebê em 20 segundos


Imagine a seguinte situação: você sai de casa e pedala até a estação de metrô com seu filho. Lá, transforma a bicicleta em um carrinho de bebê e segue pelos trilhos até o parque. Depois de muito passeio, você transforma o carrinho novamente em bicicleta e pedala de volta para casa. Achou impossível? Com a invenção da empresa holandesa Taga é possível converter bicicleta em carrinho em apenas alguns segundos.
Com isso, mamães e papais que adoram pedalar com seus pequenos, mas acham a logística muito complicada, já podem transitar em diversos ambientes sem precisar carregar carrinho e bicicleta separadamente.
A empresa possui diversos modelos de poltronas para crianças de diversas idades. Dessa forma, é possível levar até dois futuros ciclistas para passear em um único veículo.
A transformação é bastante simples: não precisa de nenhuma ferramenta e pode ser feita por uma única pessoa em apenas 20 segundos.
Segundo a Taga, a intenção de criar a bicicleta/carrinho foi facilitar a mobilidade de pais e filhos, tornado-a simples, divertida e ambientalmente correta. “Para nós nenhum lugar é inacessível, seja do lado de dentro ou de fora, no ônibus, trem ou elevador. Nós simplificamos a continuidade, dando liberdade para que pais e filhos possam aproveitar todo o dia utilizando um único veículo”, afirmam.
O produto está disponível em diversos países e custa US$1.495,00. Aqui no Brasil ainda não é possível comprar um modelo, mas quem sabe alguém não se inspira na ideia e cria outra solução inovadora para facilitar a mobilidade de quem quer andar pela cidade de forma simples e sustentável?
Comentário:
Muitas vezes as pessoas têm a vontade de tornar suas vidas mais ambientalmente corretas, porém nem sempre é prático colaborar com o meio ambiente, essa invenção confere facilidade e conforto ao transporte das pessoas que possuem filhos fazendo com que, com a ajuda dessa tecnologia evitem usar seus automóveis , facilitando a integração com o transporte público e conseqüentemente aumentando a sustentabilidade urbana.

Por Paula Bessa

quarta-feira, 17 de março de 2010

2_PJFNews_Toyota cria flores que reduzem poluição


Segundo o site Drive, a Toyota desenvolveu duas espécies de flores para serem plantadas em sua fábrica do Prius, no Japão. As novas plantas possuem a função de melhorar as condições atmosféricas da unidade: uma consome o gás nocivo NOx (óxido de nitrogênio) do ar e a outra libera vapor de água, colaborando para a diminuição da temperatura ambiente e fazendo com que menos energia seja gasta pelos aparelhos de ar-condicionado.

As duas inovações, segundo a Toyota, são parte do plano para diminuir os efeitos da emissão de gases nocivos que a própria fábrica emite. Atualmente, as instalações da montadora já contam com painéis solares em seus telhados para gerar energia elétrica, além de fazer utilização de uma tinta especial no exterior das instalações que absorve óxido sulfúrico e óxido de nitrogênio.

Dentro do complexo, parte da iluminação é feita por luz solar refletida do telhado, e as luzes dos banheiros são ligadas e desligadas por meio de um sensor de movimento. Desde 1990, a fábrica já conseguiu reduzir suas emissões de CO2 em 55%, segundo o site. No dia da árvore (21/9), a Toyota distribuiu 120 000 mudas de árvores em São Paulo, de modo a exibir suas políticas ecológicas.

Fonte: http://carroonline.terra.com.br/index.asp?codc=4201

Comentário:
Achei essa matéria interessante, pois mostra que a Toyota está fazendo a parte dela para diminuir o aquecimento global. Isso é bom, pois faz com que algumas empresas copiem esse modelo fazendo com que os índices de poluição global diminuam.

Por:
João Henrique Mahaut Weber Moura

domingo, 7 de março de 2010

1_PJF News_Tecido diferenciado que alia sustentabilidade, conforto e criatividade

Magma alia sustentabilidade, conforto e criatividade em seus produtos

Adotando uma postura de responsabilidade ambiental, a empresa Magma apresentará a nova coleção de tecidos diferenciados, produtos desenvolvidos em PU, PVC, camurça e cetim, em acabamentos metalizados, gravados, perfurados e dublados. Conforme o proprietário da empresa, Fernando Nicory, a coleção apresentará diversos materiais inovadores e atenderá as expectativas do setor calçadista que busca inovação, conforto e elegância.

O empresário ainda acrescenta que, Magma utiliza produtos cujos solventes são à base de água. As máquinas e processos não efetuam a queima da espuma do poliuretano para efetuar a colagem, não emitindo ao meio ambiente nenhuma composição orgânica volátil que possa agredi–lo. Focada no desenvolvimento constante, a fabricante de componentes conta com o apoio de profissionais de moda e design para a concepção de novos produtos e coleções.

”As coleções são feitas a partir de pesquisas de tendência e mercado, viagens, participações em feiras e eventos, buscando sempre atender as necessidades de nossos clientes”. Um dos últimos trabalhos de pesquisa feito pela empresa foi em Milão, capital referência em moda e design do cenário mundial.
Com mais de 20 anos de trajetória, a empresa possui três unidades fabris, somando mais de 15.400 m² de área, em São Paulo.
Mais informações sobre os produtos e serviço pelo site: http://www.magma.ind.br/

Fonte: http://ww3.assintecal.org.br/inspiramais/site/content/noticias/?id=0000005895

Comentário:
Achei essa matéria interessante pois ela representa bem essa tendencia de mercado dos consumidores da atualidade. Nos dias de hoje estar somente na moda não é mais suficiente para os clientes, eles, cada vez mais, se preocupam com a responsabilidade social das empresas. Pensando nisso a Magma desenvolveu essa revolucionaria forma de produzir tecidos inovadores sem emitir nada que possa agredir o meio ambiente. Além de inovador, o tecido é extremamente confortável e foi elaborado a partir de pesquisas de tendencias e mercado feita em Milão, a capital da moda.

Por Fabiana Gonçalves Grusmão