Blog da Disciplina de Introdução a Análise de Tendências - ESPM Rio - 2010/1 Esta é uma ferramenta criada para que possamos nos comunicar e trocar experiências interessantes sobre coolhunting. O blog servirá como forma de conectar a turma e para que possamos expor nossas atividades e pesquisas.
segunda-feira, 16 de maio de 2011
sexta-feira, 14 de maio de 2010
9.2_4trends_Redes sociais como critério de desempate
Segundo Dan, o recrutador pode verificar certas informações sobre o candidato, por exemplo, se ele possui algum tipo de atitude comprometedora, como concordar com o preconceito.
Além disso, as redes sociais ganharam novas formas de uso: em processos seletivos, é usada na triagem de currículos, uma vez que existem redes sociais exclusivamente profissionais; podem, também, traçar um perfil comportamental e pessoal, ou seja, um perfil com informações profissionais, tais como formação acadêmica e experiência profissional. E, ao auxiliarem no recrutamento, selecionando os mais adequados, de acordo com o perfil da vaga exigida, acabam por tornar o processo mais ágil.

Enfim, as redes sociais auxiliam, e muito, o trabalho de recrutamento, devido ao fato de aumentar as possibilidades de encontrar profissionais que criam uma forma de divulgar o currículo, mostrando interesse e conhecimento, sendo esses pontos diferenciais e positivos em uma seleção; além de estimular o networking, afirma a consultora de Recrutamento e Seleção da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Claudia Callé.
Fonte: http://walacealves.blogspot.com/2009/08/redes-sociais-podem-ser-utilizadas-como.html
Análise: As redes sociais, anteriormente vistas apenas como fontes de informação e/ou entretenimento, passaram a ganhar a atenção das empresas. Essa visibilidade tem transformado não só o modo de agir e pensar dos interessados em um emprego ou estágio, como também por parte das empresas. Essa nova forma de ver e usar as redes sociais parece ser uma tendência prestes a explodir entre as empresas, devido a sua facilidade e agilidade em processos que costumam ter altos custos e longa espera. Podemos concluir que essas serão as novas ferramentas utilizadas por empresas que buscam rapidez e eficiência em seus processos, ou seja, todas.
Postado por Cândida Costa Bergamini.
6_MEET_Novo sistema de propulsão à Vela Solar.

A NASA está trabalhando em um sistema de propulsão à vela solar que usará grandes espelhos refletores para colher a radiação do Sol e impulsionar uma espaçonave pelo espaço. Outro uso pMarte e usá-los para refletir a radiação solar e aquecer a superfície de Marte.
10.2 _Uh!_Pro saco!
De um tempinho (ou será tempão?) para cá, a sustentabilidade está na mídia, na cabeça e, claro, na moda. Segundo o dicionário Michaelis, a palavra deriva do verbo sustentar (do latim, sustentare): vtd 1 Agüentar por baixo (o peso de); escorar, impedir de cair, servir de escora a, suportar, suster...
Logo, uma moda sustentável é aquela que almeja (missão do fornecedor e do consumidor) promover e privilegiar produtos e serviços pró-vida. É a que repugna agressões desnecessárias promovidas pelo homem ao meio ambiente, não admitindo que motivos como praticidade, redução de custos ou estética as justifiquem. A moda sustentável tem como norte a ética.
Produzir bens e serviços ecologicamente corretos, devido aos cuidados (escrúpulos) com que são confeccionados, faz com que seus preços sejam, via de regra, mais caros. Analizando-se o "zeitgeist" (palavra alemã que traduz um conceito: a força motriz do inconciente coletivo, as ações semelhantes que contemporâneos tendem a ter ou, sucintamente, o espírito do tempo), este é o momento de debut popular (logo moda) da moda sustentável. Antes endereçada apenas a um público restrito ("elitista"), a ecologia hoje é palavra de ordem na maioria dos comerciais veiculados na TV aberta.
Hoje a indústria têxtil absorve 50% das resinas PET recicladas no Brasil, material que está sendo usado por confecções como a Osklen, Vila Romana, Lucy and The Sky e outras. A idéia é usar o diferencial ecológico do material, retirando as embalagens do meio ambiente.“As marcas querem ser associadas à sustentabilidade, e estão descobrindo que o PET reciclado pode trazer glamour às suas confecções”, afirma Auri Marçon, presidente da Associação Brasileira da Indústria do PET (Abipet).
A resina PET foi desenvolvida no fim da Segunda Guerra Mundial para a produção de fibras têxteis. Mas só a partir da década de 1970 passou a ser utilizada em embalagens. Hoje, das garrafas descartadas, é possível produzir fibra de poliéster, que misturada a outros materiais naturais como o algodão produz um tecido mais leve, que amassa menos e seca mais rápido.
Uma das marcas que usa o PET nas suas criações é a Osklen, que pesquisa desde 2000 novos materiais com apelo de sustentabilidade, dentro do projeto de E-Fabrics. A malha de PET entrou nas coleções no ano passado, e o plano é crescer o uso a cada nova coleção. “Na coleção que chegou às lojas em setembro temos seis camisetas em PET reciclado. Para 2010, também estão previstos novos modelos”, diz Nina Braga, coordenadora do projeto E-Fabrics.
Ao lado da malha de PET reciclado, brim orgânico, couro de tilápia e lona de juta estão entre os tecidos que já vêm sendo aplicados. “Os materiais são apresentados também a outros estilistas, de modo a incentivar a indústria de moda a usar tecidos com esse apelo”, diz Nina.
A Textilfio, malharia de Jaraguá do Sul (SC), produz uma malha composta por PET reciclado misturado ao algodão desde 2006. A demanda começou a crescer em 2008, quando a empresa passou a fornecer para o projeto E-Fabrics. E depois da Osklem outras marcas também pediram io tecido e em um ano a produção dobrou. “Como sustentabilidade não é modismo, cada vez mais as bases PET vêm fazendo parte das coleções”, diz Daniela Kuhn Pamplona, gerente comercial da Textilfio.
O Brasil recicla 230 mil toneladas de plástico PET por ano, o equivalente a 54% do total produzido. A indústria de reciclagem do material movimenta R$ 1,08 bilhão, mas opera com ociosidade de 30%. “Há demanda, mas falta coleta do material”, diz Marçon, da Abipet.
O conceitual é extremamente importante, pois nós dá base para podermos trabalhar e conseguir indentificar o pensamento de uma época,tanto quanto à politíca,à artes,a forma de ver o mundo de uma época, de uma geração. Exemplos na prática é dos estilistas Alexandre Herchcovitch que usou sacos plásticos pretos em umas de suas coleções e Jum Nakao que tem várias criações sustentáveis como sua coleção feita de papel e como podemos ver na imagem abaixo uma exposição que tem como escultura principal um vestido de saco de lixo.O que hoje em dia,representa a moda sustentável,que surgiu como forma de mudar o pensamento das pessoas,diante de tantas mudanças climáticas e todas as subsequentes dela.


Fontes:
http://dbstudio.blogspot.com/2009/08/moda-sustentavel-moda-ou-faturamento.html
http://confeccaoevestuario.blogspot.com/2009_10_01_archive.html
http://oxigenio.etc.br/site/reutilizavel/vista-se-de-pet/
5_MEET_Livros feitos de plástico

Esse video mostra como os novos livros autosutentavéis são produzidos. Livros feito de uma materia prima reclicada:
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1258464-7823-NUMERO+DE+LIVROS+FEITOS+DE+PLASTICO+RECICLAVEL+CRESCE+NO+BRASIL,00.html
Esses livros já são uma grande tendencia no mercado.
Eles são mais resistentes, duradoros , estão totalmente de acordo com a sustentabilidade do planeta, além de possibilitar novos empregos no mercado.
Essa nova tendencia veio para ficar e estima-se que nos próximos anos todos os livros usados no país serão produzidos dessa forma.
Epaminondas e Silva e Grupo Meet
9.0_4Trends_ Conferência nos EUA vai mostrar tendências em Redes Sociais
Entre os conferencistas que participarão da All Things Digital deste ano estão Steve Ballmer, presidente-executivo da Microsoft, Carol Bartz, presidente-executiva do Yahoo, Biz Stone e Evan Williams, fundadores do Twitter, e John Lilly, presidente da Mozilla.
Uma das principais expectativas em relação à D7, como também é chamada esta edição do evento, é a apresentação do novo mecanismo de busca da Microsoft, o Kumo, que estaria sendo desenvolvido pela empresa para concorrer diretamente com o Google - responsável hoje por 64% desse mercado, segundo o site da Wired.
Tendências em redes sociais:
Para o presidente do Terra Networks, Fernando Madeira, a expectativa é que uma das principais discussões do "All Things Digital" seja sobre as novas tendências de redes sociais. Madeira, que participará de um grupo de trabalho formado por empresas do setor de redes sociais e comunidades, vê espaço para este segmento crescer, e cita como exemplo o fenômeno Twitter - microblog também conhecido como a última febre a dominar a rede mundial de computadores.
Para Madeira, o próximo passo da internet será rumo a uma maior integração entre produtores e consumidores de conteúdo. "Acho que vai ser algo no modelo do Terra: um grande drive de conteúdo profissional e a audiência, ao redor, contribuindo desde as coisas simples, como curar o conteúdo, deixar comentários, mandar fotos e participar da produção do conteúdo, com nossa orientação profissional."
Ainda sobre a discussão do "estar em rede", Madeira retoma o exemplo do Twitter para frisar o ponto. "A audiência quer seguir as pessoas, estar informada sobre o que elas estão fazendo. Esse é o drive da mídia digital."
Mudança de foco:
Na comparação com o "All Things Digital" de anos anteriores, o presidente do Terra vê uma mudança de foco. "Esse ano é mais em mídia digital, há uns dois anos, era mais voltado à área de teconologia." A mudança se deve, afirma ele, com a própria redefinição do papel da internet na sociedade. "A internet sempre foi o meio mais importante dessa discussão, mas o que antes era uma ferramenta, hoje é uma necessidade."
Expectativas:
Sobre quem está ansioso para ver, Madeira revela curiosidade no modo como os americanos envolvidos com a mídia digital lidam com a crise econômica mundial. "Nós aqui já passamos por várias crises, quero ver como é esse impacto nos gringos."
A avaliação do próprio Madeira para o segmento é favorável - ele espera descobrir agora se a opinião é compartilhada por seus pares. "Estive por lá (EUA) em março, e eles estavam otimistas quanto à internet ampliar sua função por causa da crise. Todo mundo está migrando para a internet. Agora, passados dois meses, quero ver o que os formadores de opinião vão falar."
Comentário:
A tendência em redes socias é para quem quer tomar um rumo para uma maior integração entre produtos e consumidores .Podemos tambem afirmar que tem um foco para a que a segmentação cresça cada vez mais .
13_PDA_QUE PAPELÃO!

Estante, cadeira, banquinho e até mesa feitos com papelão reciclado. Há dois anos, a empresária Daniela Leme conheceu o produto numa viagem à Espanha. Quando voltou ao Brasil, decidiu nacionalizar o produto. Mas, não foi nada fácil.
"A matéria-prima – um tipo de papelão com aquelas determinações – não existia no Brasil. No início, procurei as gráficas e muitas delas diziam que não daria para desenvolver o produto por conta do papelão. Então, cheguei a ponto de procurar quem fabricava o papelão para saber se realmente o projeto era viável ou não", lembra Daniela.
A busca levou um ano até chegar a uma fábrica. Mas, antes de iniciar a produção de móveis, foi necessário fazer alguns estudos.

"Nós tínhamos que considerar que o material não ia ceder, porque as pessoas no Brasil têm pesos variados. Outra situação muito importante era que, por mais que a pessoa usasse, ele não podia se deformar ou ficar feio. Ele tinha que ser capa de alta resistência", explica Alexsandro Ramalho, coordenador da fábrica.
A empresária fez as modificações nos desenhos e patenteou o produto. Ela não precisou investir nada nesses estudos. Daniela fez uma parceria e apenas uma fábrica tem autorização para produzir as peças de papelão. Outras peças estão em teste.
"Estamos desenvolvendo a mesa e a estante, duas peças que ainda não lançamos. Mas achamos que elas vão interagir com a cadeira e o banco", avalia Daniela.
Por enquanto, os móveis são feitos sob encomenda. Até o momento, apenas a banqueta e a cadeira estão em linha de produção. O pedido mínimo é de cem peças. Cada banqueta sai por R$ 9 e a cadeira custa R$ 30. Os consumidores são os mais diferentes. Uma escola de artes, por exemplo, está em reforma. Para não parar com os cursos, a diretora optou pelos banquinhos.
Comentário:
Ao chegar na idade adulta, os jovens de hoje em dia começam a pensar em morar sozinhos, dividir apês com amigos para começarem uma nova vida e se tornarem independentes. Isso vem se intensificando cada vez mais, e com isso idéias inovadoras surgem paralelas a este pensamento dos jovens, que é o caso desta idéia fantástica dos móveis de papelão, um projeto de fora que foi trazido para o Brasil e que acabou se tornando uma tendência no mercado de mobílias para as casas e escritórios, por exemplo. Esta idéia foi muito bem aceita pelos jovens de hoje citados, que indo morar sozinhos, buscam alternativas baratas, práticas, confortáveis e criativas para decorar suas casas ou apês. Muitas vezes, provavelmente, passando despercebido, estes jovens, famílias e empresas, que consomem estes produtos, acabam contribuindo para a conservação do meio ambiente, pois são móveis totalmente feitos de papelão que é um material que polui e que as pessoas nao reaproveitam, e esta idéia veio para mudar este panorama, fazendo as pessoas reutilizarem este material transformado nestes móveis e decorações inovadoras e fantásticas.
FEITO POR THOMÁS TRINDADE
12_PDA_CASA EFICIENTE

A ELETROSUL - Centrais Elétricas S.A. e a ELETROBRÁS - Centrais Elétricas Brasileiras S.A., através do PROCEL - Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica, em busca de soluções inovadoras e eficientes no âmbito da construção civil, visando o uso racional de energia, criaram, em parceria com a UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina / LABEEE - Laboratório de Eficiência Energética em Edificações, um projeto de uma residência unifamiliar eficiente.
A Casa Eficiente foi projetada para se tornar uma vitrine de tecnologias de ponta de eficiência energética e conforto ambiental para edificações residenciais. Atualmente, é também a sede do LMBEE - Laboratório de Monitoramento Ambiental e Eficiência Energética, onde são desenvolvidas atividades de pesquisa pela equipe da UFSC, transformando a Casa Eficiente em um centro de demonstração do potencial de conforto, eficiência energética e uso racional da água das estratégias incorporadas ao projeto.
O projeto possui sistemas e soluções integradas para eficiência energética e conforto térmico, incluindo tecnologias como geração de energia fotovoltaica interligada à rede, estratégias passivas de condicionamento de ar e aquecimento solar de água. Além de estratégias para o uso eficiente da água, tais como: aproveitamento da água de chuva, reúso de águas e utilização de equipamentos que proporcionam baixo consumo de água.
Comentário:
A Casa Eficiente é uma proposta inovadora que funciona como ambiente para a demonstração e para o desenvolvimento de atividades de ensino e pesquisa no âmbito da construção civil. O projeto da Casa Eficiente visa principalmente a racionalização de energia e água atravéz de métodos inovadores na área de sustentabilidade e tecnologias.
O projeto da casa foi feito com o objetivo de se tornar uma nova tendência na área de contrução civil e de ser adotado pelas contrutoras e pelas pessoas, que é o que está acontecendo. Pessoas buscam contruir suas casas tendo como base este projeto, e com isso vemos que o objetivo do projeto vem sendo alcançado. Isso nos mostra o aumento da preocupação de uma parcela da população com o meio ambiente, procurando maneiras sustentáveis de construir suas casas, visando a sustentabilidade mas sem deixar de lado o conforto tecnológico.
FEITO POR THOMÁS TRINDADE
quinta-feira, 13 de maio de 2010
11_PDA_GESTÃO VERDE

O conceito de responsabilidade social corporativa é bastante abrangente e, quando aplicado à gestão de empreendimentos temos chamado de Gestão Verde de Empreendimentos. Assim, ter Gestão Verde em um empreendimento significa fazer com responsabilidade social, em sentido amplo, seu projeto, sua construção e sua operação.
Em nenhum momento a Gestão Verde deve perder de vista a competitividade e a lucratividade. O que ela propõe é: seja competitivo e lucrativo com crescimento sustentável e contribua, efetivamente, para a melhoria da qualidade de vida das pessoas e preservação do planeta. Respeite os recursos naturais, por exemplo.
As empresas líderes precisam garantir que seus novos empreendimentos sejam construídos, operados e mantidos dentro de princípios e práticas que levem à alta performance e reduzam os impactos negativos do empreendimento a nível dos ocupantes e do meio ambiente. Esse, certamente, é uma postura esperada pelos Clientes dessas empresas.
Comentário:
As empresas líderes de mercado estão sempre buscando se diferenciar de seus concorrentes procurando atender, de forma antecipada, as demandas do mercado.
No momento, surge uma nova onda de diferenciação de competitividade onde as empresas do mercado imobiliário estão se deparando com uma nova forma de oferecer seus produtos: Green Buildings ou empreendimentos sustentáveis.
Esta maneira de adminisrar as empresas vem sendo bastante adotada pelos empresários de hoje, que tem como base a sustentabilidade e a qualidade de vida das pessoas na gestão destas, como a utilização de energias alternativas ou acessórios feitos de materias reciclados (folhas, canetas, etc...), por exemplo.
A Gestão Verde é uma forma de as empresas líderes se projetarem, implantarem e operarem empreendimentos competitivos que possam ser compreendidos pela sociedade, pelos seus usuários e pelos acionistas como uma contribuição para a sustentabilidade planetária, melhoria de vida para seus funcionários, clientes e comunidade, sem que possam ser questionados sobre os critérios utilizados para tal.
FEITO POR THOMÁS TRINDADE
Palha é HIT !

Sabe aquela bolsa de palha abandonada no fundo do seu armário, que a sua avó trouxe de viagem quando foi ao Nordeste? Pois pode tratar de tirar a poeira da peça e sair por aí dando pinta com ela! Objetos de palha são o novo must na moda dos acessórios.
Estilistas como Balenciaga, Chanel e Yves Saint Laurent usaram e abusaram deste antigo e rústico material, em bolsas e sapatos nos últimos desfiles de Paris. O desfile da Chanel radicalizou: o cenário era um grande estábulo com Lily Allen cantando ao vivo, rodeada de feno, e as modelos desfilando várias bolsas feitas de palha ao redor da banda.
Comentário :
Acho que a volta da palha nos acessórios tem muito a ver com o momento que estamos passando, com a valorização dos produtos orgânicos e feitos à mão e uma preocupação maior com a sustentabilidade.Bolsas de palha podem ir da praia para a festa sem problemas.
por Natasha Costa
10.1 - Uh! - Half Formal Já!
Jovens que começam no mundo dos negócios estão cada vez mais saturados com esses figurinos típicos formais que são, tecnicamente, os mais adequados a se usar para ir trabalhar. Pensando num conforto maior para uma melhor produtividade, as empresas estão começando a abrir mão de tanta exigência e eles cada vez mais melhorando o look com pelo menos metade dele formal.
Essas meninas da foto são do atendimento da empresa Origem Comunicação da ESPM. Perceba que as roupas misturam a calça jeans que até então é uma peça descontraída com um sapato, blusa e acessórios mais clássicos. A seriedade do visual diminue mas o trabalho pode ser aprimorado já que o desconforto do famoso terninho foi eliminado por essa nova geração.
Fonte:http://www.trendhunter.com/protrends/semi-suits-business-casual-attire-as-a-reflection-of-the-new-corporate-atti
Postado por Sasha Souza
PDA_BOLSA DE SACOLAS PLÁSTICAS DE SUPERMERCADO
Essa bolsa eu fiz no início de outubro especialmente para participar do concurso de reciclagem do Blog "Pano pra Manga" da querida Bah. Minha inspiração veio da bolsa do blog da Gabinha, que me deu dicas preciosas. Fiquei entre os cinco finalistas e terminei em quarto lugar! (nunca cheguei tão perto do 1º lugar (risos)). Adorei participar. Os 5 trabalhos estavam muito bonitos. Achei muito legal dar um destino fashion para as sacolinhas de supermercado que se livraram do lixo.
.COMENTÁRIO:Cada vez mais vemos pessoas buscando alternativas para se desfazer do lixo que consequentemente poluirá o meio ambiente. Dessa vez fui surpreedido por uma arte surreal de fazer crochê utilizando tiras de sacolas plásticas. Essas tendencias tem cada vez mais tomado a frente das inovações e são muito bem aceitas pelo publico. Bolsas bonitas, despojadas, que atendem a muitas utilidades. Atá jovens aderiram a bolsa, dizendo que sao otimas para ir a praia, pois nao acumula areia e sao levinhas.
Link: http://adorocrochet.blogspot.com/2008/11/bolsa-de-sacolas-plsticas-descartveis.html
quarta-feira, 12 de maio de 2010
10_PJFNews_A tecnologia como aliada da sustentabilidade
Agora, a economia aponta para o reaquecimento dos negócios e as novas mudanças estão "despertando" com maior frequência o conceito verde nas empresas. A área de Tecnologia, que era apontada como a principal vilã em consumo de energia, nesse momento é capaz de ajudar as companhias a buscar a sustentabilidade. O que muitas empresas ainda precisam descobrir é como aplicar as ferramentas existentes e tecnologias emergentes para a obtenção de benefícios quantitativos e qualitativos.
Imagine quando tínhamos em nossas casas aquela enorme pilha de fitas K7 ou mesmo aquelas estantes com dezenas de fitas de videocassete. Agora, compare tudo isso as dimensões de custo, tamanho e de armazenamento de um pen drive de 16 GB em que você pode carregar filmes, todas as músicas que tinha naquele universo antigo e, ainda, sobra espaço para carregar documentos e fotos. Enfim, um conglomerado de informações em uma peça com menos de 5 centímetros. Analogicamente, além das dimensões tradicionais já mencionadas, o momento e o mercado determinam a ênfase da dimensão "sustentabilidade", a qual as empresas têm o desafio de buscar e demonstrar.
Um exemplo prático disso é a tecnologia Voip, ou Voz sobre IP, que permite ligações através da internet e proporciona diminuição sensível nos gastos. O desafio está justamente em ir além de divulgar a redução dos custos conhecidos e promover os benefícios obtidos em outras dimensões, tais como o tempo, o deslocamento e o número de viagens realizadas com a aplicação da comunicação por áudio e vídeo através do IP.
Na mesma direção, a virtualização de servidores tem se mostrado grande parceira das empresas, não só pela redução de custos que é capaz de apresentar, mas também pelo fato de que, em momentos de contingência ela pode ser a garantia para respostas urgentes, como por exemplo, operações de backups. O fato é que o gerenciamento de um menor número de servidores possibilita que as empresas desempenhem suas atividades de maneira mais ágil, otimizando os processos e melhorando o desempenho. Dessa forma, tornando a operação mais competitiva e os benefícios potencialmente mais "verdes".
O que falar do GED então? O Gerenciamento Eletrônico de Documentos também se apresenta como forma de redução de custos, de tempo e de espaço, sendo forte aliada a dimensão sustentabilidade. GED vai muito além de quantificar resultados com a digitalização de documentos e redução do número de cópias impressas O modelo proporciona a captura, a organização e o armazenamento de documentos eletronicamente possibilitando garantir o acesso e principalmente a pesquisa dinâmica de informações necessárias na hora e no momento exato que os negócios demandam.
A recuperação de informações em tempo real se torna cada vez mais crítica e já é observada como fator competitivo por clientes e consumidores que valorizam cada vez mais as dimensões tempo e acuidade.
A redução de erros e otimização dos processos possibilitando inclusive a recombinação de informações e o aumento do índice de inovação das empresas são mais alguns exemplos dos benefícios que o GED pode proporcionar. Para as empresas mais focadas em métricas, inclusive para a demonstração de sustentabilidade, se contabilizarmos papéis e documentos fisicamente transportados por vias terrestres, através da aplicação do GED é possível evitar o deslocamento de pessoas, reduzir o consumo de combustível e principalmente minimizar o desgaste do meio ambiente. Quantas folhas são necessárias para imprimir o conteúdo que está naquele pen drive de 16 GB? É impossível contar.
Já existe uma simpatia estabelecida pelo conceito de sustentabilidade. É necessário agora que as empresas percebam que esse modelo não significa custos mais altos, pelo contrário. Mais uma vez, quem souber aplicar as tecnologias e os conceitos alinhados com "verde" poderá se diferenciar no mercado.
A tendência é que mais tecnologias e modelos de negócios, tais como cloud computing, virtualização e a própria gestão de documentos continuem a enfatizar maiores resultados econômicos e quantificáveis para os negócios, entretanto o maior desafio continuará a ser a demonstração dos resultados qualitativos e de sustentabilidade que o mercado consumidor valorizará cada vez mais nos próximos anos.
Comentário:
Comentário
Com o avanço da tecnologia é possível se ter um mundo mais sustentável, também gerando um maior conforto e comodidade para a população.
João Henrique M. W. Moura
10 - Uh! - Tip car

Já é sabido que carro somente com o motorista dentro não é nada legal para o trânsito nem para o ambiente. Mas às vezes fica difícil conciliar horários e pontos de encontro e carona mesmo acabam virando camaradagem, coisa de amigo. Foi por isso que o mineiro Alexandre Dias decidiu criar o Tip Car, um site que ajuda as pessoas a oferecerem e pegarem carona, sem cobrar nada. Quer dizer, o site não cobra, mas o motorista pode ganhar com isso. A coisa funciona assim: primeiro você se cadastra no Tip Car (e pode usar sua conta do Google para isso, em vez de preencher aquele mesmo cadastro todo de novo), daí você consegue localizar pelo trajeto com quem pode pegar carona (ou oferecê-la) – sua rota é visível apenas para aqueles que fazem caminhos semelhantes. Os trajetos podem tanto ser dentro da cidade como viagens. E ainda há a possibilidade de você cadastrar eventos (brilhante idéia!). O próprio site aconselha você a checar o Facebook, Orkut etc para conhecer um pouquinho melhor a pessoa e saber se quer dividir seu trajeto com ela. O cálculo do quanto o “caroneiro” paga ao motorista pela viagem é automático e leva em conta custos como combustível, estacionamento, pedágios, manutenção a até depreciação do carro.
Para criar o serviço, Alexandre pegou carona na idéia da Barca, um sistema informal que acabou sendo criado por um bando de mineiros que moram em São Paulo e sentem tantas saudades das montanhas e do pão de queijim que vivem indo para a terrinha. Afinal, ferramentas como o Tip Car agilizam muito nossa vida, mas todo caroneiro velho de guerra sabe que compartilhar um carro sempre vai ser a coisa mais informal do mundo!
Fonte:
http://www.oguiaverde.com/
http://www.tipcar.com.br/
Comentário: Achei essa matéria interessante, pois é uma idéia original de poupar o meio ambiente, pois diminui o numero de veículos sendo utilizados e até mesmo aumenta a segurança e diminui o transito.
Postado por Marianna Nogueira
7_4Trends_Almoço a peso de ouro

10_PDA_GOOGLE
fonte: www.papodehomem.com.br/literalmente-dentro-do-google-com-fotos/
Cepa de bactérias geneticamente modificadas para absorver CO2 e luz e solar, produzindo um combustível líquido que pode ser uma alternativa à gasolina. [Imagem: UCLA]
Pesquisadores da Universidade da Califórnia modificaram geneticamente uma cianobactéria para fazê-la consumir dióxido de carbono e produzir o combustível líquido isobutanol, que tem grande potencial como alternativa á gasolina. Além disso, a reação química para produção do combustível é alimentada diretamente por energia solar, através da fotossíntese.
Ele recicla o dióxido de carbono, reduzindo as emissões de gases de efeito estufa resultante da queima dos combustíveis fósseis. E usa energia solar para converter o dióxido de carbono em um combustível líquido que pode ser usado na infraestrutura de energia já existente, inclusive na maioria dos automóveis.
“Esta nova abordagem evita a necessidade de desconstrução da biomassa, quer no caso da biomassa celulósica, quer na biomassa de algas, algo que representa uma grande barreira econômica para a produção de biocombustíveis hoje”, disse o líder da equipe James C. Liao. “Portanto, [nossa biotecnologia] é potencialmente muito mais eficiente e menos dispendiosa do que as abordagens atuais.”
______________________________________________________________
O processo se utiliza de uma energia mais limpa e menos danosa ao meio ambiente, sendo assim conseguiremos alcançar a meta de uma economia sustentável. Além disso, este processo se utiliza de custos baixíssimos. Gerar combustível líquido isobutanol através de bactérias geneticamente modificadas será uma tendência de insuma importância ecologicamente (podendo se destacar mais do que plantas usadas para produção de biocombustíveis).
Com esta grande inovação estaremos contribuindo para o nosso planeta.
ALICE MARIA DE OLIVEIRA GONÇALVES
10.1_Innovators_Festas de Divórcio
longo de suas vidas ao inves de se casarem uma vez se casam várias vezes. De uns tempos para cá, festas de casamentos pararam de se tornar popular e sim o que ficou na moda são grandiosas festas de divorcios. O casal, organiza,convida amigos, cortam o bolo para comemorar a sua separação.Essas festas t
ambém conhecidas no Brasil como 'Festas de Descasamentos', já se tornaram muito comum na Europa; por exemplo, algumas semanas atras mostrado da TV houve uma feira de exposição na Itália de festas de divórcio ao inves de exposições de noivas. Pensando neste assunto é algo interessante e muito bom, principalmente para os filhos dos casais, que ajudam eles não sofrer tanto com a separação dos pais. E para os pais não brigarem por conta dos filhos. É uma maneira divertida para mostrar que este conceito, divórcio, mudou.
10 - Blackbird - Governo em prol da sustentabilidade
terça-feira, 11 de maio de 2010
10_Innovators_Trânsito no Twitter
Além de fins comerciais e mero entretenimento, o site também se tornou uma espécie de utilidade pública:
O LeiSecaRj foi originalmente criado em conseqüência da Lei Seca, com o intuito de alertar os seguidores sobres os pontos da cidade onde estariam ocorrendo as blitz (as chamadas #bols, tag criada para "blitz da lei seca").
Em abril desse ano, quando o Rio de Janeiro passou pela semana mais chuvosa dos últimos 40 anos, o LeiSecaRj se dispôs a fazer uma cobertura voluntária do trânsito - que ficou caótico - em toda a cidade, enviando mensagens atualizadas sobre os engarrafamentos, as ruas interditadas, locais onde haviam ocorridos desastres, além de divulgar postos de doações aos desabrigados de Niterói e demais locais prejudicados por deslizamentos. Os moradores contribuíam enviando tweets sobre a situação na qual seu bairro se encontrava - estes, o LeiSecaRj reenviava, para que todos os outros followers pudessem ler. O resultado foi grandioso, tanto que os moderadores do perfil foram horados com uma medalha pela Câmara dos Vereadores, pelo belo trabalho de orientação ao trânsito.
A partir de então, o LeiSecaRj passou não só a alertar sobre as bols, como também a divulgar informações sobre o trânsito em toda a cidade. Atualmente, possui mais de 60 mil seguidores.
A criação desse tipo de serviço no twitter mostra que o perfil dos usuários dessas redes sociais mudou: não são mais sendentários, ou pessoas que estão com o tempo vago no trabalho ou em casa, dispostas a gastá-lo na internet, e sim pessoas em constante atividade, nas ruas, dirigindo, andando, saindo, trabalhando, e seguindo sua rotina diária, constantemente conectadas à web.
Na era moderna, a internet não é apenas uma ferramenta - ela é parte integrante da vida pessoas, tendendo cada vez mais a estar presente até mesmo fora dos meios virtuais.
O fato de poder acessar uma rede social para ter noções de direção no trânsito nada mais é do que um exemplo claro disso: podemos usufruir da tecnologia digital para adquirir informações que nos ajudarão no dia-a-dia, com o conforto de não precisarmos sair de onde estamos para conseguí-la.
Fonte:
http://twitter.com/
Por: Ana Luiza Macedo.
